Nesta sexta-feira os
cristãos relembram a morte de Jesus na cruz cerca de 2000 anos atrás para
conceder a salvação eterna a todos aqueles que creram, creem e que virão a crer
em Seu Nome.
Minha oração é que Deus te leve de volta àquele dia e te
traga à memória o maior ato de amor presenciado em toda a história da
humanidade, que foi quando “Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho
Unigênito, para que todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida
eterna” (João 3.16).
Compartilho com vocês um trecho retirado do livro “Ele
Escolheu os Cravos” de Max Lucado.
“Assista aos soldados empurrarem o Carpinteiro no chão e
esticarem Seus braços contra as vigas. Um pressiona o joelho contra o antebraço
e segura Sua mão. Jesus volta Seu olhar para o cravo no momento exato em que o
soldado levanta o martelo para fincá-lo.
Jesus não poderia tê-lo detido? Com um flexionar de bíceps,
ou apertando os punhos? Ele poderia ter resistido. Não foi esta mesma mão que
acalmou o mar? Limpou o templo? Ressuscitou o morto?
Mas o pulso não se mexe... e o momento não é interrompido.
A batida soa, a carne rasga e o sangue começa a pingar, e
então correr. E as questões afloram. Por quê? Por que Jesus não resistiu?
[...]
Ele sabia que o preço de todos aqueles pecados era a morte.
Ele sabia que a fonte de todos aqueles pecados era você, e, uma vez que Ele não
poderia suportar a eternidade sem a sua companhia, Ele escolheu os cravos (grifo meu).
A mão que apertava o punho não era a de um soldado romano.
A força por trás do martelo não era a de uma multidão
furiosa.
O veredicto por trás da morte não foi decidido por judeus
invejosos.
O próprio Jesus escolheu os cravos.
Então as mãos de Jesus se abriram. Se o soldado tivesse
hesitado, o próprio Jesus teria pego o malho. Ele sabia como; não era novidade
para Ele lidar com cravos. Como carpinteiro Ele conhecia a profissão. E, como
Salvador, Ele sabia o que isto significava. Ele sabia que o propósito dos
cravos era esconder os nossos pecados, onde pudessem ser escondidos por Seu
sacrifício coberto por Seu sangue.
Assim sendo, o próprio Jesus bateu o martelo.
A mesma mão que abriu o mar rasga as suas culpas.
A mesma mão que limpou o templo, limpa seu coração.
A mão é a mão de Deus.
O cravo é o cravo de Deus.
E as mãos de Jesus abertas para os cravos, as portas dos
céus abertas para você”.
Abaixo segue uma canção que fala sobre esse INFINITO amor de
Deus.
Em Cristo que amou a mim e a você de TAL maneira que escolheu os
cravos.


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